COMO FUNCIONA O COMÉRCIO DE CONTAGEM NOS FERIADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015

 

27/03 - Sexta-feira - Jubileu de N.Sª. das Dores

Lei Municipal nº 3484 de 19/12/2001. O Comércio pode funcionar conforme Cláusula 31ª Convenção Coletiva de Trabalho 2014/2015.

Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) - Ano-Base 2014

1.Introdução

Todo estabelecimento deve fornecer ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), as informações referentes a cada um de seus empregados, de acordo com o Decreto nº 76.900/75.
Com a aprovação das instruções para declaração da RAIS e do Manual de Orientação, pela Portaria MTE nº 10/15 (DOU de 12/01/2015), todo estabelecimento deverá iniciar a entregar da RAIS, ano-base 2014, a partir de 20/01/2015, encerrando-se no dia 20/03/2015.
As informações exigidas para o preenchimento da RAIS encontram-se no Manual de Orientação da RAIS, edição 2014, disponível na internet nos endereços http://portal.mte.gov.br/rais e http://www.rais.gov.br.

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) - Brasileiros

1.Introdução

Com base na Portaria SPPE/MTE nº 3/15 (DOU de 30/01/2015) iremos, neste trabalho, tratar sobre os procedimentos para emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para brasileiros.
Assim, o atendimento ao cidadão interessado na solicitação de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para brasileiro será feita pelas Superintendências, Gerências e Agências Regionais do Trabalho e Emprego e, mediante a celebração de Acordo de Cooperação Técnica, pelos órgãos e entidades estaduais e municipais da Administração direta e indireta do Poder Executivo.
A CTPS somente poderá ser solicitada pelo próprio interessado nos postos de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e de seus conveniados, conforme previsão contida no art. 15 do Decreto-Lei nº 5.452/43, que aprova a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A CTPS será entregue ao interessado pessoalmente, mediante identificação digital, no prazo máximo de até 15 dias úteis, contado a partir da data constante no protocolo de atendimento.
Caso não haja no Sistema Informatizado de emissão de CTPS (CTPSWEB) a imagem digital, o emissor deverá fazer constar no respectivo sistema a entrega do documento após a assinatura do recibo.
Excepcionalmente, a CTPS poderá ser entregue a terceiro, mediante apresentação de procuração pública, registrada em cartório, específica para retirada da Carteira.
O Acordo de Cooperação Técnica, será regulamentado por norma específica.
2.CTPS - Documentos

Segundo o art. 2º da Portaria SPPE/MTE nº 3/15 a CTPS será fornecida mediante a apresentação dos seguintes documentos:
a)documento oficial de identificação civil que contenha nome do interessado; data, município e estado de nascimento; filiação; nome e número do documento com órgão emissor e data de emissão;
b)Cadastro de Pessoa Física (CPF);
c)comprovante de residência com CEP;
d)certidão de nascimento ou casamento para comprovação obrigatória do estado civil.
Excepcionalmente, nos casos em que houver impeditivo operacional para emitir o documento informatizado, deverá ser exigida à apresentação de uma foto 3x4, fundo branco, com ou sem data, colorida e recente, que identifique plenamente o solicitante.
Todos os documentos apresentados pelo interessado devem estar legíveis, em bom estado de conservação, serem originais, admitindo-se, excepcionalmente, a apresentação de cópias dos documentos, desde que estejam autenticadas em cartório.
No caso de o solicitante ainda não possuir o CPF, a Superintendência, Gerência ou Agência Regional do Trabalho e Emprego expedirá o número do CPF no ato do atendimento, desde que o interessado apresente o titulo de eleitor e haja a aprovação da Receita Federal.
2.1.Emissão de 2ª via

A emissão de 2ª via de CTPS far-se-à mediante apresentação dos documentos constantes no item 2 deste trabalho, além de documentação complementar e obrigatória para os casos especificados a seguir:
No caso da emissão de 2ª via por motivo de roubo, furto, extravio ou perda:
-boletim de ocorrência policial;
-comprovação obrigatória, por parte do interessado, do número da CTPS anterior, que pode ser feita por meio de um dos seguintes documentos:
a)cópia da ficha de registro de empregado com carimbo do CNPJ da empresa;
b)extrato do PIS/PASEP ou FGTS;
c)requerimento do seguro-desemprego;
d)termo de rescisão do contrato de trabalho, homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, ou peloMinistério Público, ou pela Defensoria Pública, ou pelo Sindicato de classe, ou por um juiz de paz.
No caso da emissão de via de Continuação da CTPS, apresentar a CTPS anterior, onde deverá ser comprovado o preenchimento total dos espaços de pelo menos um dos campos. Os campos ainda não esgotados devem ser inutilizados com carimbo próprio, antes da devolução do documento ao trabalhador.
No caso da emissão de 2ª via por Inutilização da via anterior:
-apresentar a CTPS anterior inutilizada;
-apresentar comprovante do número da CTPS inutilizada, caso ele não esteja legível no próprio documento apresentado.
Será inutilizada a CTPS que apresentar emendas, rasuras, falta ou substituição de fotografia; não contiver a data de expedição do documento, assinatura do emissor; assinatura do interessado, salvo exceções previstas no § 2º, do art. 5º, e na alínea “b” e “c”, inciso II, do art. 6º da Portaria SPPE/MTE nº 3/15.
Não é considerado motivo para emissão de 2ª via de CTPS a alegação de:
a)substituição do modelo manual para o informatizado;
b)atualização exclusiva de fotografia do documento.
Salientamos, que quando da emissão de 2ª via da CTPS é obrigatório o lançamento do número e série das carteiras anteriores do interessado, no sistema de emissão informatizado (CTPSWEB) e a anotação, em campo específico da CTPS, conforme o art. 11 da Portaria SPPE/MTE nº 3/15.
3.Documento de Identificação Civil

Com base na Lei nº 12.037/11, a CTPS será aceita como documento de identificação civil.
Neste sentido, para identificação civil, só será aceita a CTPS modelo informatizado e não será aceita, para identificação civil, a CTPS anterior de brasileiro que foi emitida em caráter temporário.
4.Menor de Idade

O art. 5º da Portaria SPPE/MTE nº 3/15 estabelece que a CTPS não será emitida para menor de 14 anos ou para falecido, exceto nos casos que houver ordem ou autorização judicial, sendo obrigatório o lançamento no sistema informatizado de emissão (CTPSWEB) e a anotação do número do mandado judicial no campo de anotações gerais da CTPS;
5.Casos de Calamidade Pública

Na impossibilidade da apresentação dos documentos listados no item 2 deste trabalho, devido aos casos de calamidade pública e mediante autorização da Coordenação de Identificação de Registro Profissional (CIRP), a CTPS será excepcionalmente emitida com validade máxima e improrrogável de 90 dias, com base em declarações verbais do interessado, firmadas por duas testemunhas, fazendo-se constar o fato na primeira folha de “Anotações Gerais”, consoante o disposto no art. 17 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e seus parágrafos, utilizando-se para isto modelo próprio de carimbo.
A CTPS só pode ser feita uma única vez para o mesmo interessado, exceto se for decretado novo estado de calamidade pública no seu local de residência.
6.Prisão - Hospitalização

No caso de o interessado encontrar-se hospitalizado ou cerceado de sua liberdade por motivo de prisão, é necessário o deslocamento do emissor para a coleta dos dados imprescindíveis para emissão da CTPS, observando o seguinte:
-Se o interessado hospitalizado estiver inconsciente, a CTPS somente será emitida quando houver ordem ou autorização judicial, sendo obrigatório o lançamento no sistema informatizado de emissão (CTPSWEB) e a anotação do número do mandado judicial no campo de anotações gerais da CTPS.
-Na impossibilidade de recolher a assinatura e coletar a impressão digital do interessado hospitalizado, deve-se emitir a CTPS com impedimentos de assinatura e digital.
-A emissão de CTPS para detento só será feita mediante assinatura de convênio do posto de atendimento do MTE com órgão competente e/ou na condição de mutirões previamente acordados e oficializados.
7.Imagens Colhidas

As imagens colhidas para a confecção da CTPS devem obedecer às seguintes especificações:
I - Da fotografia:
a)deve retratar o busto do requerente (cabeça, pescoço e parte do tórax do indivíduo), na medida de 3cm x 4cm;
b)não pode estampar o fotografado de perfil, ou com traje que sugira estar desnudo ou com a face coberta por cabelos, véu ou óculos escuros; trajando chapéu, boné, bandana ou qualquer outro objeto que encubra a cabeça, de modo a interferir na perfeita visualização das características do rosto do requerente, com exceção para os casos que for observado hábito e cultura religiosa ou deficiência visual;
c)não deve conter qualquer objeto pessoal ou estampa que faça apologia às drogas, ao racismo, à violência ou a qualquer outro fato que atente contra a paz social.
II - Da assinatura:
a)não pode conter rasuras;
b)quando o interessado não souber assinar a sua CTPS, deverá ser lançada no campo “Assinatura do Titular” a expressão “Não alfabetizado”;
c)quando o interessado estiver impedido de assinar, deverá ser lançada no campo “Assinatura do Titular” a expressão “vide anotações gerais” e fazer constar a observação no espaço próprio.
III - Da digital:
a)será colhida a impressão digital do polegar direito do interessado. Na sua falta colhe-se a impressão digital do polegar esquerdo e na falta de ambos colhe-se a impressão digital de qualquer dedo da mão, fazendo-se o registro no campo das anotações gerais, identificando-se inclusive o dedo utilizado;
b)na impossibilidade temporária ou permanente de coletar a impressão digital do interessado, deve-se efetuar no campo a ela destinado, o lançamento “vide anotações gerais” e fazer constar a observação no espaço próprio.
8.Identidade de Titulares de CTPS

Estabelece o art. 9º da Portaria SPPE/MTE nº 3/15 que as anotações referentes às alterações de identidade de titulares de CTPS, devidamente comprovada por prova documental, podem ser efetuadas pelos postos emissores do documento, conforme caput e parágrafo único do art. 32 da CLT.
São consideradas alterações de identidade:
-alteração da data de nascimento, por decisão judicial;
-alteração de nome em virtude de mudança do estado civil (casamento, separação, divórcio, viuvez);
-alteração de nome, em virtude de mudança de sexo;
-alteração voluntária de nome, por decisão judicial; e
-inclusão/alteração do nome do pai e/ou mãe; bem como alteração, inclusão ou exclusão do nome ou sobrenomes do titular da CTPS em virtude de adoção, negativa/reconhecimento de maternidade ou de paternidade.
As alterações descritas anteriormente serão efetuadas na página destinada a alteração de identidade da CTPS, não sendo, portanto, motivo de emissão de nova via do documento, com exceção dos motivos constantes nos itens III e IV mencionados anteriormente.
9.Personalização da CTPS

A personalização da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) será feita, exclusivamente, pelas Superintendências, Gerências e Agências Regionais do Trabalho e Emprego.
10.Índio - Artesão

A CTPS para índio deverá ser emitida como a qualquer outro brasileiro, sem discriminação, na conformidade do disposto na Lei nº 6.001/73, assegurados todos os direitos e garantias das leis trabalhistas e previdenciárias.
Ao artesão, devidamente habilitado, será aposto quando da emissão ou apresentação da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) o carimbo regulamentado através da Portaria nº 2/87, do Ministério do Trabalho e Emprego, na forma que a legislação dispuser.
11.Disposições Finais

Até o dia 5 do mês subsequente, as Gerências e Agências Regionais do Trabalho e Emprego e os Postos Conveniados não informatizados deverão encaminhar à Superintendência de seu Estado, devidamente preenchido, o Relatório de Emissão de CTPS do mês anterior.
Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação desta Portaria serão orientados por Instruções Normativas e/ou solucionados pela Coordenação de Identificação de Registro Profissional (CIRP).
A Portaria SPPE/MTE nº 3/15 entrou em vigor na data da sua publicação, ou seja 30/01/2015, revogadas as disposições em contrário, em especial a Portaria nº 1/97 e o art. 4º da Portaria nº 210/08, da Secretaria de Políticas Públicas e Emprego.

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

 

1.Introdução

Ao acordo tácito ou expresso, correspondente à relação de emprego, denomina-se contrato individual de trabalho (art. 442, caput, da CLT), que poderá ser acordado verbalmente ou por escrito, por prazo determinado ou indeterminado (art. 443, caput, da CLT).

 

 

Registro no Ministério do Trabalho: MTB 46.009887/96-17

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