Nesta semana, no dia 28, a sede da Federação foi palco para mais uma troca de experiências e conhecimentos entre os executivos das CDLs mineiras.

 

Motivo de grande orgulho para mim, novo no comando da casa, mas já velho de guerra no Movimento e bom entendedor do que um cedelista precisa para movimentar sua entidade e promover sua sobrevivência.

 

Esse foi o 6º Seminário de Executivos e o segundo da minha gestão. Dentro da propostado evento de promover o diálogo, estimular a troca de vivências e conhecer realidades diferentes, conhecemos três e com o mesmo propósito: a CDL Curvelo com a criação e a realização de seus feirões de adesão com os varejistas da cidade, a CDL Itajubá com a implantação do Departamento de Recuperação de Crédito da entidade, a CDL João Monlevade, com seu Programa de Segurança no Trabalho (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que fomentaram suas ações emprol de seus associados, contribuindo para o desenvolvimento do comércio lojista de suas respectivas cidades e suas sustentabilidades.

 

Com uma boa ideia na cabeça, boa  vontade e mão na massa, essas entidades deram exemplos de ações simples e eficazes para o desenvolvimento e a sobrevivência de suas entidades.

 

Com mais de 30 anos de militância no Movimento Lojista, conheço as barreiras enfrentadas pelo setor. Por isso aceitei o desafio de presidir a FCDL e são grandes as minhas expectativas.

 

Uma delas é, através de eventos como esses e de um plano de ação efetivo, poder levar as ferramentas necessárias para que as entidades mineiras cresçam, principalmente aquelas pequeninas, esquecidas em algum cantinho de uma cidade distante de Minas.

 

CDLs fortes são CDLs que dão frutos. Com esse mesmo intuito, o de dar todo o suporte para nossas entidades mineiras e fortalecer o Movimento Lojista do Estado, nosso próximo evento será o Encontro de Presidentes das CDLs com um novo formato, o de “treinamento” desses dirigentes cedelistas.

 

Eles devem entender a verdadeira dimensão do associativismo e a importância do papel que exercem em suas CDLs para alavancar suas entidades e por que não, o negócio de seus associados e o comércio de suas respectivas cidades.

 

A economia brasileira vai mal; 2015 é ano para gigantes! O Brasil está perdendo em competitividade e a inovação é baixa.

 

Os desequilíbrios fiscais e cambiais continuam preocupando; a carga tributária ainda é alta. O mundo mudou, o Brasil não acompanhou. Mas o pulso ainda pulsa. E tem que pulsar!

 

Nossa Federação é o ponto de apoio do Movimento no Estado e é através dela que devem partir as ações em favor do comércio e contra as constantes intromissões dos governantes na vida de quem está envolvido no setor.

 

Os varejistas devem enxergar de alguma forma, a força que têm. Nesse sentido, nossa busca será também a conscientização política do empresário do comércio.

 

O comerciante, em qualquer lugar, é um grande formador de opinião e nós temos que utilizar e fomentar esse potencial, de qualquer forma.

 

Esse é o ciclo do Movimento e fortalecer para crescer é meu lema; tem que ser e assim será até o último dia da minha gestão.

 

Um abraço,
Frank Sinatra
President
e